O varejo não está confuso, está desatento
- Márcia Pino

- 9 de fev.
- 1 min de leitura
O varejo não sofre por falta de inovação.
Sofre por excesso de distração.
Enquanto se discute tecnologia, inteligência artificial e tendências globais, o básico segue sendo ignorado: as pessoas.
Lojas não fracassam porque são simples.
Fracassam porque são genéricas.
Copiam vitrines, repetem layouts, imitam discursos e seguem métodos prontos sem entender se aquilo faz sentido para quem entra pela porta.
O problema não é o que a loja mostra.
É o que ela não percebe.
Cada escolha dentro de um espaço físico provoca uma reação emocional.
Às vezes aproxima.
Às vezes afasta.
Quase nunca é neutra.
O varejo precisa reaprender a observar antes de executar.
Pensar antes de repetir.
Sentir antes de acelerar.
Porque quem entende gente não precisa fazer promoção.










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